A equipe de Álvaro Garnero desembarcou no Panamá, nas margens do Lago Bayano, um lago artificial criado pela construção de uma hidrelétrica numa área quase totalmente ocupada por indígenas.

O lago fica a pouco mais de duas horas da capital do Panamá e no caminho a equipe já sentiu o que vinha pela frente, já que encontrou na beira da estrada diversos macacos e duas preguiças.

Seu Manoel, o dono da propriedade onde fica a caverna buscou a todos de barco na margem da estrada. De lá eles fizeram uma travessia de meia hora, com direito a um jacaré na chegada.

Mas nada preparou Álvaro e a equipe para o que eles encontrariam dentro das cavernas. Além das formações rochosas maravilhosas, o volume de animais vivendo dentro da caverna é de impressionar qualquer um. Foram milhares de morcegos, incluindo as espécies carnívoras, jacarés, rãs e até aranhas perigosíssimas e mais venenosas que serpentes pelo caminho. Mas como todo o caminho difícil tem sua compensação, a aventura terminou num lago paradisíaco.

É preciso coragem. Mas a experiência de chegar a um paraíso quase intocado, compensa o medo.

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