Álvaro e equipe continuaram suas aventuras na Islândia para mostrar um pouco mais das particularidades desse país tão distante. Um dos símbolos desse país é o cavalo Islandês. Um cavalo que chegou na Islândia trazido pelos Vikings e que originalmente era um pônei.

Depois de séculos em condições tão adversa a Islândia acabou desenvolvendo uma raça mais forte, mais resistente e que vive mais do que qualquer outro tipo de cavalo.

 

Álvaro e Alvarinho experimentaram e aprovaram o passeio. Para fazer o mesmo passeio, só entrar em contato com a Lea ou o Matt, na fazenda Hestheimar. Eles não só tem os cavalos, como recebem os visitantes com café e bolo.

Depois da cavalgada Álvaro foi recuperar o fôlego na fábrica da água que é considerada a melhor do mundo, a Icelandic Glacial. A água islandesa é considerada a melhor do mundo por causa do ph de 8.4. Quanto menor o número do ph, mais ácida é a água e a acidez faz mal a saúde. Quanto maior, mais básica e alcalina é a água. As águas minerais do mundo todo têm uma média de ph em 6. O neutro/alcalino inicia-se no ph 7 e termina no 9. A única água mineral do mundo que tem naturalmente esse ph é a água islandesa. A água vem de uma das maiores nascente de todo mundo, chamada Ölfuss. Essa nascente surgiu há 5000 anos depois de uma erupção vulcânica. Todo dia 900 mil metros cúbicos de água saem dessa nascente para o mar, o engarrafamento da Icelandic Glacial consome só 0,1% dessa água, criando um consumo sustentável e responsável.

Por fim, Álvaro foi conhecer a comida típica Islandesa, no restaurante Tri Frakkar (Três Franceses) na capital, Reykjavik. Álvaro sentou-se à mesa com o simpático chef Úlfarsson que trouxe um menu de desgustação. Eles iniciam a degustação com Brennivin, o destilado típico islandês. Ele é feito com polpa de batata fermentada e cominho. O primeiro prato é um tubarão fermentado – técnica muito utilizada na Islândia e nas Ilhas Faroe para preservar qualquer carne. Depois ele recebe uma entrada de peixe seco, um ovo azul de Guillemot e a gordura interna da baleia – Álvaro tentou disfarçar, mas achou bem esquisito. Depois ele comeu um papagaio do mar (Puffin), defumado e um sashimi de carne de baleia e salmão. Finalmente recebeu a grande surpresa: uma cabeça de ovelha. Depois daquela cabeça de cabrito em Monterrey, no México, ele teve que encarar novamente uma cabeça. E mais uma vez um olho. Mas nem tudo foi esquisito: para finalizar a refeição nosso aventureiro gastronômico recebeu de sobremesa o Skyr, uma espécie de iogurte islandês, que é muito saboroso. E, espera-se, depois de tanta comida esquisita, digestivo.

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