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Conheça os lugares visitados por Álvaro nessa experiência:

 

Fazenda San Francisco

A fazenda San Francisco surgiu em 1973, mas começou a funcionar de verdade quando Roberto Coelho resolveu usar os 11 mil hectares de terra de seu pai para criar gado. E quando Roberto e sua mulher Bety perceberam a beleza que tinham nas mãos, tiveram uma idéia melhor ainda: abrir a fazenda para quem quisesse passear por lá. À noite é mais comum você encontrar uma das grandes atrações do pantanal: a jaguatirica.

 

Dia do Pantaneiro

Quebra-torto é o nome do café da manhã do Pantanal. A refeição quebra todos os recorde de caloria que você pode imaginar. A desculpa para essa extravagância logo de manhã é que quem vive por lá tem sempre um dia muito cheio e precisa de uma boa primeira refeição. Um Quebra-torto típico tem pelo menos 20 pratos. E depois de comer tudo isso, vem a hora do trabalho: tanger gado. Quando está trabalhando, a gente sempre encontra tempo para um cafezinho e lá o pessoal pára para beber um tereré. O tereré ou tererê é uma bebida de erva mate de origem guarani que lembra muito o chimarrão do Rio Grande do Sul, com uma diferença importante, o tereré é servido sempre gelado.

 

Churrasco Pantaneiro

Para comer o churrasco lá no Pantanal você precisa aprender um vocabulário diferente. A carne, por exemplo, é manteada. No espeto não pode faltar chuchulinha. O surtum precisa ser amaciado por um dia. E carne boa vem da vaca que come “bocaiuva”. Além das palavras e da qualidade, outra curiosidade do churrasco do Pantanal é que lá não se usa carvão, a carne é assada à lenha, em grandes fogueiras. E se por acaso aparece um violeiro, a animação de todo mundo atravessa a noite. É chamamé, vanerão e rancheira até não acabar mais. Esses são os estilos de música lá do Pantanal.

 

Pescar nas águas do Rio Paraguai

A pesca em Corumbá é uma das atividades mais tradicionais da região, por estar localizado quase na fronteira com a Bolívia e no último trecho navegável do Rio Paraguai. Uma boa pescaria no pantanal precisa começar bem cedo e geralmente dura o dia inteiro. Um pescador no pantanal não precisa ter só paciência. Precisa ter pelo menos três varas de pescar diferentes, molinetes, giradores, grampos, iscas artificiais, iscas naturais e linhas de diversas espessuras.

 

Apicultura

A apicultura é uma atividade que lá em Corumbá vem crescendo cada vez mais. Corumbá tem vislumbrado no mel não só um grande sabor mas um grande negócio. Já que no século 12 o mel era tão valioso que costumava até ser aceito como forma de pagamento pelos nobres da região. O único problema é que para chegar ao mel você precisa enfrentar um pequeno obstáculo: as abelhas. As colméias artificiais usam uma medida conhecida como o espaço-abelha, que é basicamente o tamanho de uma ou duas abelhas, e não mais.

 

Dança Siriri

O siriri é uma das tradições mais populares lá do Pantanal. O siriri é uma dança bem brasileira: tem influências portuguesas, espanholas, africanas e ainda uma pitadinha indígena. E nesse caso, tão importante quanto a dança é a música, a viola de cocho é o instrumento principal do Siriri e tem cinco cordas feitas de vários tipos de materiais, como a fibra vegetal e a linha de pesca. A dança não é das mais simples, Tem o “siriri de roda”, o “siriri de fileira”, o “siriri de galope”, o “siriri-boi-tá-brabo-no-curá” e o “siriri-mamãe-olhe-o-carneiro

 

Ceará, o Rei da Peixada

O Ceará é conhecido como o rei da peixada. E o rei da peixada é o seu Joaquim, mas na verdade ele tem nome de português: Joaquim Fernandes Pinto. E além de nome de português, ele tem as melhores receitas de peixe lá do pantanal. Os pedidos do restaurante sempre começam com o caldinho de piranha, que é conhecido por abrir o apetite. O urucum é um dos temperos mais usados no pantanal. Muita gente acha que o negócio só serve para pintar o rosto, mas o urucum dá um sabor bem especial para as receitas. Quase colorido.

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