Conheça os lugares visitados por Álvaro nessa experiência:

 

Curso de sobrevivência

O tenente Araújo é um dos integrantes do Jaguar Jungle Survival. Um curso de sobrevivência na selva criado por militares brasileiros especializados em resgate na Selva. O curso começa com duas das coisas mais importantes para se manter vivo: conseguir água, acender fogo, encontrar comida e ainda achar um abrigo.

 

Botos cor de rosa

O boto é o único animal da ordem cetácea que vive exclusivamente em água doce. Muita gente diz que ele é primo dos golfinhos, mas o boto está nesse planeta bem antes de existir um golfinho. O boto cor-de-rosa é um animal que só existe na Amazônia, e se as pessoas não tomarem muito cuidado, o boto cor-de-rosa vai deixar de existir.

 

Encontro das águas

O encontro das águas do Rio Negro com o Rio Solimões é um tanto conturbado. As águas ficam sem se misturar por quase seis quilômetros. Isso acontece por causa da diferença de densidade, velocidade e temperatura de cada rio. O Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 22°C, enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 28°C. São rios diferentes que demoram um tempo para se entender, mas que depois acabam se misturando. Lá pertinho do Encontro das Águas, no Parque Ecológico do Janauari, a gente pode navegar por entre Vitórias Régias.

 

Comunidade Ribeirinha

A comunidade de Serra Nova tem 800 habitantes. A maioria das casas da comunidade são palafitas, para evitar as enchentes dos rios. Muito dos moradores de lá ainda vivem da extração do látex.

 

Amazon EcoPark

O hotel fica nas margens do Rio Tarumã e o acesso só é feito somente de barco. O Amazon EcoPark apesar de estar dentro da Floresta Amazônica, fica somente a uma hora de distância do aeroporto de Manaus. Ele existe desde 1991 e, antes de ser um resort, foi criado para funcionar como um complexo científico e de educação sobre a selva amazônica. O hotel tem 60 bangalôs com as duas coisas mais necessárias no Amazonas: ar-condicionado e tela de proteção a mosquitos. Fora isso tem piscina, restaurante, especializado nos pratos do Amazonas. Mas também tem uma coisa que nenhum outro hotel tem:a Floresta dos Macacos. A Floresta dos Macacos é um centro de reabilitação de primatas que o Amazon Ecopark criou em parceria com o Ibama e com a Fundação Floresta Viva. O Ibama leva ao local animais que foram confiscados por causa do comércio e importações ilegais. Na Floresta, os macacos não só retomam o contato com a selva como são tratados por biólogos e veterinários.

 

Teatro Amazonas

O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896, quando Manaus vivia o auge do ciclo da borracha. O projeto arquitetônico foi de um escritório português muito famoso na época, o Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura. E, por causa da abastança da época, nada foi economizado para impressionar tantos os artistas, quantos os investidores que chegavam em Manaus. Os lustres vieram de Murano, as telas foram pintadas em Paris. 2000 peças de madeira marchetada encaixadas sem qualquer prego ou cola, foram usadas na escadaria art-noveau do teatro. Ésquilo, Aristófane, Moliére, Rossini, Mozart, Verdi. Todo o passado da dramaturgia e da ópera está retratado nas colunas do Teatro Amazonas.

 

Amazonia Golf Resort

O Amazon foi inaugurado em 2009 como opção de hospedagem nas proximidades de Manaus. E para quem é aficionado por golfe. Teoricamente o golfe não tem muito segredo. O sujeito precisa dar uma tacada em uma bolinha para fazer a bola entrar em um buraco e um campo de golfe oficial tem uma área mínima de 5 hectares.

 

Restaurante Waku Sese

O Waku Sese é hoje considerado o melhor restaurante regional de Manaus. Antes o restaurante era chamado de Turyá, mas em 2007 o proprietário Francisco Daou resolveu trocar o nome por Waku Sese, que é uma saudação dos índios sateré-maué que significa: “Está tudo bem”. Os ingredientes são todos da Amazônia: maniçoba, jambu, açaí, tapioca, pirarucu, tambaqui. Mas um dos pratos mais exóticos feitos por lá é o picadinho de tartaruga. Essas tartarugas são criadas em cativeiros como pede o Ibama.

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