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Conheça os lugares visitados por Álvaro nessa experiência:

 

Parque dos Falcões

O Parque dos Falcões foi inaugurado em 1997 por José Percílio. Em 1999 Alexandre Correa tornou-se sócio de Percíio na empreitada. O Parque funciona numa área de 16 hectares e é o único centro de criação, multiplicação e preservação de aves de rapina da América do Sul. O parque tem mais de 300 aves entre gaviões, falcões, corujas, socó-bois e até pombos. E a técnica que Percílio tem para adestrar os animais é incrível. A falcoaria é uma arte que existe há milhares de anos em várias partes do mundo. Alguns dizem que a arte veio da China, outros da Mesopotâmia. Mas a verdade é que desde 700 anos a.C. o homem usa o falcão ou gavião como ajudante de caça ou protetor. Na idade média, por exemplo possuir um falcão era um símbolo de status. Mas o que que mais impressiona no Parque é que ele é uma ONG particular, só sobrevive de doações e das visitas que recebe. Mesmo com pouca ajuda as aves não param de chegar.Todo mês o IBAMA, a Polícia Florestal e o Corpo de Bombeiros, trazem aves maltratadas ou mutiladas pela ação humana, para se recuperar no Parque de Percílio. E essas são aves de sorte.

 

Oceanário de Aracaju

O o oceanário de Aracaju, é mantido pelo projeto Tamar. Mais do que um “aquário” do Tamar, o Oceanário de Aracaju é uma extensão dos projetos da organização. O Tamar já estudava e estava presente em 158 km do litoral sergipano. E viu uma necessidade de montar uma sede para todo esse estudo. Assim surgiu o Oceanário de Aracaju, que foi inaugurado em junho de 2002 . O oceanário tem 18 aquários e dois tanques, são mais de 60 espécies, tanto de água doce como de água salgada. Mas a idéia mais interessante dos oceanários é que os visitantes podem interagir com os bicho. Outra coisa interessante de lá, é que pode se ver um reality show do oceano. Uma câmera posicionada a 12 metros de profundidade no oceano fica ligada 24 horas. O que acontecer por lá, o visitante pode ver

 

Restaurante Miguel

Miguel foi fundado em 1980 por Miguel Gonçalves Neto que resolveu subverter as regras de um dos pratos mais tradicionais do nordeste: a carne de sol. A carne-de-sol tradicional é feita, como o próprio nome diz, no sol. A carne é salgada e maturada no calor do sol. Mas a carne do Miguel é deixada na sombra, dentro de uma câmara frigorífica, a 6ºC. Tecnicamente é uma carne-de-sombra. Quando a carne sai de lá, ela ainda é muito bem tratada e vai para cozinha onde pouquíssimos ingredientes são acrescentados. O principal deles é o Arlecrim. Depois de temperada a carne vai para grelha. E para completar, a carne de sol é servida com pirão de leite, farofa e arroz.

 

Beto Pezão

Beto Pezão era conhecido só como José Roberto de Freitas quando começou a fazer peças de artesanato popular como vários outros artistas do Sergipe. Ele retratava pescadores, trabalhadores rurais, caçadores, retirantes. Figuras do dia-a-dia sergipano. Mas ele notou que as figuras tinham um pequeno problema de equilíbrio. O jeito que o Beto resolveu esse problema é que o fez ficar famoso. Nunca ninguém tinha visto uns bonecos com os pés tão grandes, E fazendo uma coisa diferente Beto descobriu seu estilo e o novo sobrenome que o fez conhecido: Pezão. Os bonecos de Beto já foram expostos na Argentina, em Portugal e no Chile.

 

Renda Irlandesa

Em Divina Pastora, a 40 minutos de Aracaju, mora Dona Elisabeth, onde são criadas obras de arte em renda irlandesa. A renda irlandesa, por mais estranho que possa parecer é Patrimônio brasileiro, das mulheres de Divina Pastora. Esse tipo de renda nem da Irlanda veio, mas do norte da Itália. Só que quando chegou ao Sergipe, a técnica foi melhorada. E a renda irlandesa virou sergipana. O trabalho dessas artesãs foi incluído no Livro de Registro dos Saberes e reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

 

Canyon do Xingó

O Canyon do Xingó é o resultado de uma feliz cooperação entre o homem e a natureza. Ele surgiu com o represamento do Rio São Francisco para construção da Hidroelétrica do Xingó que aconteceu em 1995. Essa construção não criou somente a hidroelétrica mais importante da região, como também criou 60 km de um lago navegável, com áreas de até 190 metros de profundidade, e uma paisagem completamente inusitada no meio do agreste. O que aconteceu no Xingó, foi mais ou menos o que aconteceu em Furnas, com a construção da hidrelétrica em Minas Gerais e a formação das Escarpas do Lago. Mas as cores são outras.Lá a água é verde, as rochas são quase vermelhas. E o vento não pára de soprar.

 

Museu de Arqueologia do Xingó

O Museu Arqueológico do Xingó reúne o maior número de esqueletos de homens pré-históricos da América Latina. A proximidade da hidroelétrica não é coincidência. Com a inundação de várias áreas do Xingó dois sítios arqueológicos deixariam de existir. A hidroelétrica apoiou e apressou as escavações e construiu um museu para abrigar todos os achados da região. Lá, os esqueletos chegam a ter até 7000 anos. Mas além das peças, o Museu tem duas áreas para mostrar a importância dos sepultamentos para arqueologia. A primeira área mostra as peças e a disposição em que eram encontrados os esqueletos. A segunda, faz o visitante ter uma experiência única, simulando uma escavação.

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