Um dos rios mais importantes do país, a espinha dorsal que conecta o Sudeste ao Nordeste brasileiro, é o Rio São Francisco. Álvaro Garnero chega a Alagoas para acompanhar de perto o “Velho Chico”, sobrevoando suas águas e apreciando a paisagem, com encontros de ilhas, mudanças de cor e a vastidão do rio que atravessa cinco estados e centenas de municípios.

Em um trecho entre Alagoas e Sergipe, ele visita um hotel integrado à paisagem, com decoração inspirada na caatinga e arte popular brasileira. “Existe aqui uma parte de demolição, de arte popular, de design brasileiro moderno, de arte contemporânea, temos também arte africana.

Ele é aconchegante, elegante, tem a caatinga aqui atrás”, explica o arquiteto Lúcio Moura. O hotel oferece quartos com vista para o rio, piscina, varanda e banho interno e externo, além de experiências gastronômicas com ingredientes regionais, como a pituzada, prato típico feito com camarão do São Francisco. A viagem combina conforto, cultura e contato com a fauna local, incluindo cabras e bodes que circulam livremente pela propriedade. Navegar pelo rio revela seu valor histórico e ambiental, com destaque para a Rota do Imperador, percorrida por Dom Pedro II em 1859. O “Velho Chico” fornece água, energia e sustento a milhões de pessoas e permite banhos e atividades de lazer seguras, acompanhadas por guias locais que conhecem as correntes e áreas próprias para banho.

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